Financiamento sustentável em 2026: 6 oportunidades para superar adversidades
O ano de 2026 deve ser marcado por tendências conflitantes no financiamento sustentável, especialmente para mercados emergentes e países em desenvolvimento (EMDCs, na sigla em inglês), onde precisam acontecer as maiores mudanças nos fluxos de capital.
Em 2025, o mundo destinou níveis recordes de recursos a investimentos em energia limpa, e os títulos e empréstimos verdes atingiram um patamar histórico. Esse cenário favorável, contudo, foi acompanhado também por cortes severos no financiamento público internacional para o clima (em particular nos Estados Unidos). Além disso, alguns países flexibilizaram suas regulações ESG. No entanto, em vez de comprometer o cenário propício, essas adversidades evidenciaram onde é mais urgente fortalecer a liderança, promover inovação e aprimorar a coordenação.
Identificamos seis oportunidades estratégicas em 2026 para que investidores públicos e privados ampliem o financiamento necessário para enfrentar a crise climática, proteger a natureza e melhorar a vida das pessoas.
1) Promover liderança política para implementar o novo roteiro de financiamento
A cúpula do clima da ONU de 2025 (COP30) consolidou o Roteiro Baku–Belém (B2B). O documento estabelece uma estratégia para cumprir a meta global estabelecida na COP29: mobilizar US$ 1,3 trilhão por ano em financiamento internacional para ações em energia limpa, adaptação, natureza, transição justa e perdas e danos em EMDCs até 2035.
Em 2026, a prioridade deve passar da negociação para a implementação, de modo que resultados concretos possam ser apresentados na COP31, em novembro. Esse avanço dependerá, em grande medida, da atuação dos principais organismos internacionais de governança financeira. Ainda assim, sob a presidência dos Estados Unidos, o G20 tende a ter um papel discreto na condução da agenda de financiamento sustentável e clima neste ano. Na cúpula do G7, que reúne economias de alta renda, a França (responsável pela presidência do grupo neste ano) deve ampliar o diálogo com EMDCs e avançar em temas mais específicos de financiamento climático (incluindo regulação prudencial). Isso abre espaço para que o BRICS, com seus 11 grandes EMDCs, assuma protagonismo. Com a liderança da Índia em 2026, o grupo pode aprofundar o compromisso assumido em 2025 de “liderar uma mobilização global por um Sistema Monetário e Financeiro Internacional mais justo e eficaz para ampliar o financiamento climático”. (Oportunidades de cooperação Sul-Sul são analisadas em mais detalhes a seguir.)
Para além das cúpulas de alto nível, 2026 precisa ser o ano em que governos e demais atores avançarão nos aspectos operacionais da implementação dos novos compromissos financeiros. Com seus mais de 100 países-membros, a Coalizão de Ministros das Finanças para a Ação Climática dedicará esforços para ampliar o espaço fiscal em países em desenvolvimento, aumentar o financiamento para adaptação e apoiar a nova geração de plataformas nacionais. Ao mesmo tempo, a Rede Global de Bancos Centrais e Supervisores para a Sustentabilidade do Sistema Financeiro (NGFS, na sigla em inglês) tem aprofundado a análise dos riscos de curto prazo associados à inação climática e de seus impactos sobre o crescimento econômico, a estabilidade financeira e a dinâmica inflacionária.
2) Reativar fluxos de financiamento privado
Um dos desafios em 2026 será demonstrar como cumprir as metas do Roteiro B2B para expandir o financiamento privado ao longo da próxima década. Segundo o Grupo Independente de Especialistas de Alto Nível em Financiamento Climático (IHLEG, na sigla em inglês), metade do US$ 1,3 trilhão em fluxos externos precisa vir de fontes privadas até 2035 – um aumento de 16 vezes em relação aos US$ 40 bilhões mobilizados em 2022. Já em relação ao US$ 1,9 trilhão necessário de fontes domésticas, quase metade (40%) precisa vir do setor privado (incluindo famílias), o que representa uma expansão de nove vezes em relação aos níveis atuais.
A boa notícia é que 2026 começa com compromissos relativamente sólidos por parte dos principais bancos, investidores e seguradoras, mesmo diante de ataques e do encerramento de alianças importantes de neutralidade de carbono. A iniciativa Net Zero Asset Management, por exemplo, será relançada no início do ano. Importantes proprietários de ativos também contribuíram ao anunciar novas alocações de recursos em áreas relacionadas à sustentabilidade – de acordo com uma pesquisa recente do Morgan Stanley, 86% dos proprietários de ativos na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico esperam aumentar os investimentos sustentáveis nos próximos dois anos.
O ano de 2026 abre diversas oportunidades estratégicas para ampliar os fluxos privados:
- Aumentar o investimento privado em eletrificação limpa nos países em desenvolvimento, em especial os da África. Isso exige que investidores trabalhem em estreita colaboração com bancos multilaterais de desenvolvimento (BMDs) e instituições financeiras de desenvolvimento na construção de pipelines, plataformas e políticas viáveis, além de priorizar benefícios para trabalhadores e comunidades.
- Superar os desafios estruturais do financiamento misto (blended finance) para torná-lo mais eficiente na mobilização de capital privado. Em 2026, a iniciativa multinacional SCALED deve avançar para sua segunda fase de padronização de processos, requisitos e tipos de veículos para o financiamento misto.
- Alinhar os fluxos financeiros à natureza. A próxima cúpula da ONU sobre biodiversidade (COP17), em outubro, deve discutir como aumentar os fluxos privados destinados a soluções baseadas na natureza (atualmente em torno de US$ 23 bilhões) de um lado e, de outro, reduzir os US$ 4,9 trilhões em capital privado investidos em atividades prejudiciais à natureza.
- Atrair financiamento privado para adaptação. Embora historicamente considerado uma prioridade exclusiva do setor público, espera-se que, em 2026, o financiamento para adaptação receba sinais mais consistentes de engajamento do capital privado, inclusive por meio da emissão de títulos de resiliência.
- Aproximar taxonomias. Em termos de infraestrutura financeira, a cúpula climática de 2025 lançou um conjunto de princípios comuns para tornar interoperáveis as mais de 50 taxonomias sustentáveis existentes no mundo. Em 2026, é importante avançar nesse processo, reduzindo barreiras desnecessárias decorrentes de diferenças conceituais e contribuindo para diminuir custos de transação.
- Reduzir a lacuna de proteção financeira. Uma das prioridades de curto prazo do Roteiro B2B é que o setor de seguros trabalhe junto a países em desenvolvimento vulneráveis ao clima (dentro do V20 e além), bem como com governos doadores, para ampliar a cobertura e reduzir a exposição financeira diante de desastres. A meta é apresentar, até outubro de 2026, um plano e um conjunto de instrumentos para garantir que os recursos cheguem de forma imediata a pessoas e empresas após a ocorrência de eventos extremos.
3) Revitalizar o financiamento concessional
O Roteiro B2B reafirmou a necessidade de que “os países desenvolvidos promovam aumentos substanciais na concessão de subsídios e financiamento climático concessional”. No entanto, a disponibilidade desses recursos continua sob pressão em 2026, com cortes já anunciados na ajuda oficial ao desenvolvimento por parte dos Estados Unidos e da maioria dos países da OCDE, reduzindo ainda mais os recursos disponíveis para a ação climática. Uma projeção da Donor Tracker indica que o apoio ao desenvolvimento pode cair de um pico de US$ 213 bilhões em 2023 para apenas US$ 145 bilhões em 2026.
São necessários avanços concretos por parte de BMDs, instituições bilaterais de financiamento ao desenvolvimento e outros atores para ampliar o volume de capital concessional por meio de balanços, capital híbrido e outras medidas. Como parte desse esforço, a parcela de recursos concessionais destinada à resiliência precisa aumentar em linha com a meta de triplicação até 2035 estabelecida na COP30. As atuais revisões sobre o sistema financeiro internacional também oferecem espaço para que o financiamento ao desenvolvimento, ao clima e à natureza (por meio de BMDs, fundos climáticos verticais e mecanismos bilaterais) opere de forma mais coordenada e coerente.
Uma oportunidade específica é ampliar o número de países que apoiam a Coalizão de Solidariedade dos Passageiros Premium (Premium Flyers Solidarity Coalition), cuja meta é implementar taxas sobre passagens em classe executiva, primeira classe e jatos privados. O objetivo é canalizar novos recursos para o financiamento climático e de desenvolvimento destinado mercados emergentes e países em desenvolvimento.
Outro foco será acelerar a utilização de instrumentos já existentes capazes de ampliar o alcance dos recursos concessionais, tanto na mobilização de investimentos adicionais quanto na geração de maior impacto. Esse será um teste relevante para a ênfase crescente em um financiamento ao desenvolvimento orientado a moldar mercados, promover transformações estruturais e produzir efeitos sistêmicos. Não faltam mecanismos disponíveis, mas eles precisam avançar para uma etapa de expansão neste ano. Entre eles, estão as mais de 50 estruturas de garantias verdes atualmente em operação. Um exemplo é a Plataforma de Garantias do Grupo Banco Mundial, que integra os produtos da Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA) e, com isso, amplia a capacidade de crédito para o financiamento climático.
Outra abordagem é o uso de instrumentos estruturados para acessar mercados de capitais e gerar fluxos de capital concessional. O Mecanismo de Mercado de Capitais dos Fundos de Investimento Climático, por exemplo, emitiu em 2025 um título inédito de US$ 500 milhões para antecipar recursos destinados a tecnologias climáticas. Novas emissões em 2026 seriam um sinal positivo de dinamismo. A Tropical Forests Forever Facility (TFFF), apresentada pelo Brasil na COP30, é um modelo de escala ainda maior: pretende captar US$ 100 bilhões por meio da emissão de títulos com alta classificação de risco, combinados a US$ 25 bilhões em capital público e filantrópico (que absorveria perdas em uma estrutura de financiamento misto). Os recursos seriam investidos para gerar US$ 4 bilhões por ano para países tropicais, com pelo menos 20% dos pagamentos destinados a Povos Indígenas e comunidades locais. Um teste decisivo para a TFFF em 2026 será assegurar o volume mínimo de recursos públicos iniciais necessário para viabilizar sua estrutura, a partir dos US$ 6,6 bilhões já garantidos na COP30.
4) Reforçar a urgência do financiamento de transição
No primeiro dia de 2026, a entrada em vigor do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), iniciativa da União Europeia, reforçou a urgência do financiamento da transição nos países em desenvolvimento. O CBAM impõe uma cobrança sobre importações para a UE com base no desempenho de carbono, equiparando o preço ao pago por empresas europeias no Sistema de Comércio de Emissões. Na prática, o mecanismo deve induzir as empresas dos setores afetados – cimento, ferro e aço, alumínio, fertilizantes, hidrogênio e eletricidade – a buscarem cada vez mais opções de financiamento para novos modos de produção que reduzam emissões e, assim, evitem custos de carbono.
Outro fator que impulsionará o financiamento da transição é o debate sobre a eliminação gradual dos combustíveis fósseis. Em abril deste ano, a Colômbia sediará a primeira conferência global sobre a transição justa, em parceria com os Países Baixos. O evento reunirá países que buscam acelerar a expansão de energias limpas, diversificar suas economias (ainda dependentes de carvão, petróleo e gás) e evitar o investimento em ativos obsoletos e o abandono de comunidades. Em paralelo, o Brasil está conduzindo uma estratégia interna de transição e liderará um diálogo até a COP31 para promover uma abordagem internacional coordenada sobre o tema.
Esse contexto aumentará a pressão sobre empresas para que desenvolvam planos de transição e instrumentos financeiros adequados. O principal ponto de atenção em 2026 será a adoção, pelo mercado, das diretrizes para títulos e empréstimos dedicados à transição, lançadas recentemente por International Capital Market Association (ICMA), Loan Market Association (LMA) e Asia Pacific Loan Market Association (APLMA). Para isso, também será fundamental reduzir as divergências entre os diferentes parâmetros nacionais de desempenho para uma transição confiável em produtos essenciais de baixo carbono.
5) Fortalecer ecossistemas de inovação climática
No outro extremo do espectro de investimento, em oposição às atuais tecnologias dominantes de combustíveis fósseis, encontram-se os diversos ecossistemas de inovação climática. Empresas de tecnologia climática focadas em energia limpa, armazenamento de baterias e mobilidade sustentável atraíram US$ 56 bilhões nos primeiros nove meses de 2025, mais do que em todo o ano de 2024.
Esses recursos permanecem distribuídos de forma desigual. Embora o investimento em tecnologia climática na África tenha ultrapassado US$ 1 bilhão em 2025, os recursos tendem a se concentrar em empresas maiores e mais consolidadas. Além disso, o declínio na ajuda ao desenvolvimento provavelmente implicará novas reduções em subsídios internacionais para startups climáticas em estágio inicial.
A iniciativa Partnering for Green Growth and the Global Goals 2030 (P4G)
oferece subsídios e assistência técnica para ajudar startups climáticas em estágio inicial de países em desenvolvimento e mercados emergentes a se tornarem aptas a receber investimentos. A iniciativa atua com plataformas público-privadas para melhorar as condições de mercado para startups na Colômbia, Etiópia, Indonésia, Quênia, África do Sul e Vietnã. A P4G é administrada pelo WRI e financiada por Dinamarca, Países Baixos e República da Coreia. Saiba mais.
À medida que EMDCs avançam em suas ambições de se tornarem economias de alta renda, eles buscarão oportunidades para impulsionar a produtividade do setor privado e fornecer elos de valor agregado às cadeias de suprimentos globais. Em paralelo, muitos estão trabalhando para expandir soluções sustentáveis a fim de atingir suas metas climáticas. Este ano, poderemos ver um aumento nas políticas nacionais voltadas para o fomento da inovação verde local que possa atrair investimentos comerciais, especialmente nos EMDCs onde isso é uma prioridade. Um exemplo são as resoluções 57 e 68 do Vietnã, que estabelecem marcos estratégicos priorizando a inovação liderada pelo setor privado como motor do crescimento econômico.
Os EMDCs podem buscar formas de aumentar o volume de seus portfólios de projetos climáticos integrando-os a outros setores que atualmente atraem investimentos, como a conexão de centros de dados a fontes de energia renovável. Além disso, é provável que vejamos as cadeias de suprimentos globais começarem a se deslocar, à medida que muitos países buscam diversificar seus fornecedores, criando novas oportunidades para startups verdes em EMDEs.
Com a ênfase dada à adaptação durante a COP30, bem como o aumento dos custos e riscos associados aos impactos físicos das mudanças climáticas, é provável que investidores priorizem startups focadas em resiliência climática. Além disso, a adoção de indicadores de adaptação na COP30 (ainda que demandem aprimoramentos) e o surgimento de estruturas voluntárias de investimento ajudarão a estabelecer formas padronizadas de medir os avanços e identificar oportunidades mais claras de investimento.
6) Definir o novo papel do financiamento Sul-Sul
Por muito tempo, as discussões sobre financiamento climático internacional tiveram como foco os fluxos Norte-Sul e a mobilização de recursos internos. No entanto, diante da atual turbulência geoeconômica, a cooperação financeira Sul-Sul se torna um eixo cada vez mais estratégico. Atualmente, essa cooperação já soma cerca de US$ 17 bilhões por ano, um volume superior aos fluxos diretos de capital privado internacional, segundo o IHLEG.
Na COP29, em Baku, os governos estabeleceram que a cooperação Sul-Sul faria parte, de forma voluntária, da Nova Meta Coletiva Quantificada para o financiamento climático. Essa inclusão representa uma mudança de paradigma: países em desenvolvimento não são mais apenas receptores, mas também contribuintes para soluções climáticas globais. Embora não obrigatórias, essas contribuições sinalizam um compromisso crescente por parte dos EMDCs de compartilhar seus recursos e expertise, reforçando a solidariedade e a responsabilidade mútua diante dos desafios climáticos e de desenvolvimento.
Além de mobilizar recursos, essas colaborações entre países do BRICS, nações menos desenvolvidas e polos de capital do Golfo promovem troca de conhecimento e fortalecem a capacidade de adaptação a desafios entre as economias emergentes. À medida que as oportunidades na economia limpa crescem e os impactos climáticos se intensificam, o papel do financiamento Sul-Sul em preencher lacunas e acelerar a ação torna-se cada vez mais relevante.
Para 2026, o BRICS sinalizou a intenção de aprofundar a colaboração no financiamento climático, criando uma plataforma para que economias emergentes combinem recursos e compartilhem boas práticas. Esperam-se discussões sobre a operacionalização de veículos de investimento conjunto e mercados de títulos verdes. Esses esforços poderiam liberar capital significativo para energias renováveis, infraestrutura resiliente e tecnologias de baixo carbono em todos os estados-membros do BRICS e para além deles.
Uma instituição-chave para acompanhar é o último banco multilateral de desenvolvimento instituído: o Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank). criado pelo BRICS há uma década. Em sua Estratégia 2022-2026, o Banco assumiu o compromisso de destinar pelo menos 40% de seu portfólio ao financiamento climático, além de 30% em moedas locais. Os dados mais recentes apresentados na COP30 mostram que o financiamento climático representa 31% do portfólio total do banco (com exceção de empréstimos relacionados à pandemia de Covid-19). No entanto, esse ritmo tem acelerado cada vez mais, com o clima respondendo por mais de 55% das aprovações em 2024. Essas metas abrem as portas para investimentos em larga escala em energia limpa, transporte sustentável e projetos de resiliência nos BRICS e em outros países parceiros, além do potencial para uma maior ambição climática na próxima estratégia do Banco. Alavancar esse compromisso exige pipelines coordenados de projetos economicamente viáveis e estruturas de financiamento inovadoras para maximizar o impacto.
Embora a cooperação Sul-Sul esteja ganhando cada vez mais relevância, ela não é – e não deve ser vista como – um canal isolado dos demais fluxos internacionais. Na prática, essas contribuições costumam ser canalizadas por meio de instituições multilaterais e implementadas em parceria com os países doadores. Essa abordagem assegura que os recursos sejam utilizados de forma eficiente e alinhados a prioridades globais. Em 2026, a grande oportunidade é entender como a cooperação Sul-Sul pode se tornar parte integrante da arquitetura global de financiamento climático, atuando em conjunto com estruturas Norte-Sul para ampliar a implementação do Roteiro B2B.
Do compromisso à implementação
Essas seis oportunidades são apenas algumas das áreas em que poderemos ver avanços concretos rumo a um sistema financeiro mais sustentável. Em última análise, o progresso em 2026 dependerá menos de novas promessas e mais da execução: transformar roteiros em ações monitoradas, compromissos em implementação e parcerias em impacto mensurável para as pessoas, a natureza e o clima.
Este artigo foi publicado originalmente no Insights.